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SHIELD

Como funciona

Proteção em camadas, no momento em que importa.

O SHIELD parte de uma premissa simples: na hora do assalto, você não vai conseguir agir. Por isso a proteção precisa estar montada antes — e ser feita pra reagir mesmo quando você não pode.

A filosofia do produto

Cada camada custa tempo e trabalho do criminoso. Quanto mais camadas, menos chance dele chegar no que importa.

1

O que ele não acessa

Seu app de banco. Seu WhatsApp. Suas redes sociais.

Fora dos lugares que você marcou como seguros, seus apps sensíveis ficam fora de alcance: no iPhone somem da tela — quem pega o celular não sabe que estavam ali; no Android, ficam trancados por PIN, e sem o seu código ninguém entra.

2

O que ele não destrava

Mesmo achando um app, a entrada não é só o desbloqueio.

Sua entrada é uma; a do criminoso, outra — e a dele não vai a lugar nenhum. Uma barreira a mais antes de cada app sensível abrir.

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O que ele não desconfia

Sob ameaça, você entrega uma chave especial.

Pra ele, é uma chave normal. Pra gente, é o sinal pra começar a defesa de forma discreta — sem você precisar fingir nada.

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O que ele não consegue parar

Quem você escolheu pode agir por você enquanto você não pode.

Sua rede de apoio recebe instruções claras, com tudo que precisa pra bloquear contas, registrar B.O. e localizar o aparelho.

Estrutura do app

Frentes que conversam entre si.

Defesa

A reação pensada pra agir quando você não pode

É a camada que cuida do tempo crítico — aqueles minutos onde você não pode parar pra pensar. Você define antes quem é avisado e como. Quando o sinal chega, a sequência é feita pra acontecer: avisar seus contatos com sua localização e entregar o kit pra bloquear bancos e registrar o B.O. No iPhone, gatilhos do próprio sistema podem disparar sua defesa mesmo sem você pegar no celular — o app te guia nessa configuração em poucos toques.

Sigilo

O privilégio de escolher quem vê o quê

Você marca quais apps são sensíveis — banco, redes, mensagens — e quais lugares são seguros — sua casa, seu trabalho. Fora dos lugares seguros, no iPhone esses apps desaparecem da tela — quem pega o celular ali fora não tem como saber que existiam. No Android, ficam trancados por PIN: o ícone continua lá, mas ninguém abre sem o seu código. Dá até pra disfarçar o SHIELD: no Android, com a cara e o nome de outro app; no iPhone, com uma variação discreta do ícone.

Radar

O aviso antes de baixar a guarda

O Radar cruza onde você está com os lugares que mais registram ocorrência nos dados públicos e, com a permissão de localização ativa, te avisa ao entrar numa área de maior risco. Você escolhe o nível de sensibilidade. Está começando por São Paulo, com mais cidades a caminho.

Monitor

O retrato de quanto você está exposto agora

O Monitor analisa coisas que ficam acumuladas no celular sem você perceber: contatos com nomes que entregam endereço ou família, fotos com localização embutida, capturas de tela com dados bancários. Tudo fica no seu aparelho. A gente só sinaliza o que vale revisar — e como resolver.

Como começar

Pronto em poucos minutos. Antes de precisar.

O SHIELD funciona como um protocolo de preparação: você sabe o que já está protegido, o que falta corrigir e quem pode agir por você numa emergência.

  1. 1

    Baixe o app

    Disponível para iPhone e Android. Crie sua conta em segundos.

  2. 2

    Faça o check-up

    Um checklist guiado mostra suas brechas críticas e como fechar cada uma.

  3. 3

    Configure

    Defina apps sensíveis, locais de confiança e seu contato seguro.

  4. 4

    Deixe pronto

    A partir daí, o SHIELD fica pronto pra agir — antes, durante e depois.

Tudo num lugar só

Você vê o quanto está protegido — e o que falta fechar.

Cada camada que você ativa sobe sua proteção. O SHIELD mostra onde você está hoje e te guia, no seu ritmo, até fechar as portas que importam. Sem alarme, sem culpa.

Honestidade técnica

O que o SHIELD não faz — e por quê.

A maior parte do mercado de “segurança de celular” promete coisas que tecnicamente não consegue entregar. Preferimos ser claros sobre nossos limites — eles não são fraqueza, são responsabilidade.

Não apagamos seu celular remotamente

Esse poder pertence ao Apple ID ou à conta Google — e é o jeito certo. Em vez disso, te orientamos exatamente como usar essas ferramentas no momento de pânico.

Não recuperamos o aparelho roubado

O objetivo do SHIELD não é trazer o celular de volta — é tornar o que está nele inútil pro ladrão. Quem promete recuperar aparelho roubado raramente cumpre.

Não vasculhamos suas mensagens, fotos ou arquivos

O Monitor analisa o que vale revisar no seu próprio aparelho, sem mandar conteúdo pra gente. A única exceção é a foto de evidência de um incidente, que você pode optar por enviar ao nosso servidor pra ter como prova — e que você controla. Fora disso, não acessamos seu conteúdo.

Não somos antivírus, firewall ou criptografia militar

Esses termos não descrevem o problema do roubo de celular. Nosso valor está em camadas de comportamento e contexto, não em jargão técnico.

Disponibilidade

Para iPhone e Android.

O SHIELD foi pensado para as duas plataformas. Cada sistema permite caminhos diferentes, e a gente usa o melhor caminho que cada um oferece.

Onde existe uma diferença real entre os sistemas, vamos dizer claramente — sem maquiar paridade que não existe.

Pronto pra montar suas camadas?

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